Este blog tem como objectivo dar a conhecer as actividades de pesca do Fernando Pedrosa, suas experiências e suas vivências.

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domingo, 31 de julho de 2011

Amostras sem barbela

São amostas que embora afundem, têm por finalidade funcionar a uma profundidade intermédia que irá variar de acordo com a velocidade com que é recolhida. Normalmente são amostras metálicas e destinadas a produzir vibrações e/ou reflexos.
Dividem-se em:
Spinner
Spinner-bait

Buzz-bait

Amostras de meia água (tipo rapala)

São iscas que tem por finalidade funcionar a uma profundidade de poucos centímetros até alguns metros de profundidade, podendo ou não possuir barbela.

·  Stick: Amostras que apresentam em sua parte traseira um peso que funciona como lastro mantendo-a na posição vertical em relação à linha de água. Tem como objectivo imitar um peixe ferido ou a alimentar-se.

·  Floating: Amostras quando em descanso flutuam.

·  Sinking: Amostras que afundam deliberadamente.

·  Countdown: amostras que afundam na proporção de um metro por segundo.

·  Suspending: amostras que quando em repouso se mantém na profundidade em que estão (não afundam e não flutuam).

Amostras de superfície (tipo rapala)

Trabalham à superfície da água, permitem ao pescador visualizar não só a isca como também o peixe a capturar.

·  Hélice: Estas amostras são dotadas de hélices que, quando trabalhados, procuram imitar sons de um insecto ou pequenos peixes a debater-se na superfície da água.

·  Poper: Têm uma espécie de boca, cujo objectivo é de produzir ruídos de presas (peixes, rãs, etc ), estes modelos podem ou não ser articulados.

·  Zara: São amostras que pela sua forma clássica de trabalho (em Z), exigem mais técnica do pescador, em função da velocidade de trabalho aplicado à amostra, poderá produzir sons e movimentos que imitam pequenos animais (cobras, roedores, peixe agonizando).

Características das amostras (tipo rapala)

Silhueta - A forma da amostra provoca o ataque, por protecção do território ou alimentação. A forma da amostra deve reflectir a silhueta da presa, normalmente um peixe na cadeia alimentar do peixe predador.
Cor - A base da escolha da cor obedece a um princípio básico: águas claras (cores claras ou translúcidas); águas escuras (cores escuras ou opacas) e o branco em todas as alturas; com sol (aproveitar os reflexos da luz solar).
Som e as vibrações - A propagação dos sons dentro de água podem levar a que peixes curiosos ataquem a amostra. Para alguns espécimes, o som produzido pela amostra é de grande importância.
Lançamento - A aerodinâmica da amostra é fundamental para os bons lançamentos. Essencialmente a aerodinâmica deve permitir ao pescador colocar a amostra no local que pretende. As condições atmosféricas são factores que influenciam os lançamentos (o vento é o principal factor dos lançamentos imprecisos).
Acção natatória - Foi a base do desenvolvimento das amostras. A acção de uma presa a nadar no seu ambiente natural é um dos principais factores de atracção dos peixes predadores.

Amostra Rapala

Nos anos trinta um Finlandês (Lauri Rapala), por observação do comportamento dos peixes na sua alimentação, criou a primeira amostra artificial, basicamente, uma amostra simula os movimentos da presa em relação ao seu predador.

Primeira Amostra Artificial